sexta-feira, outubro 31, 2014

MISSÃO AMOR EM AÇÃO

No resgate de vidas

Mateus 20.28

28 Bem como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos.


INTRODUÇÃO
Dias em que a membresia se insere num contexto individualista que a afasta do plano divino e do sentido real de ser cristão, onde o Evangelho da cruz foi substituído pelo “evangelho da prosperidade”. Amar a Deus e ao próximo são os dois mandamentos (Mt 22.37-39) que devem nortear a vida da Igreja nesta terra.


I. O MINISTÉRIO DO FILHO DO HOMEM
1. Filho do Homem
a) Remete a humanidade de Cristo (Fp 2.7)
b) Indica o caráter do Messias e sua atitude para com o próximo (Lc 22.27)
c) O ministério de Jesus evidenciou sua preocupação com os menos favorecidos (Lc 4.18,19)
d) Sua vontade era cumprir os desígnios de Deus (Jo 6.38)

2. Seu contexto
a) Contrariou a pompa dos religiosos de sua época (Mt 20.27)
b) A passagem remete a uma discussão por posição (Mt 20.20,21), mãe de Tiago e João
c) Jesus mostra que o seu caminho é de um alto preço, renúncia e privação
d) Ensinou a humildade no servir ao lavar os pés dos discípulos (Jo 13.4,5)


II. O MINISTÉRIO DE SERVO
1. O que é ser servo
a) Servo com relação a Deus (gr, doulos, escravo/Senhor), com relação a missão (gr. diakonos, serviço), com relação a si mesmo (gr. huperetes, o menor)
b) O servir de Cristo não tem posição de inferioridade, pois é uma tarefa nobre (Ef 6.6)
c) Doou seu tempo para aliviar os aflitos e oprimidos (Mt 8.20)
d) Os discípulos e os cristãos da Igreja primitiva deixaram um exemplo do que é servir a Jesus

2. O Rei que tornou servo
a) Despojou de sua Glória e tomou a forma de servo (Fp 2.5-8)
b) Tornou-se carne e habitou entre nós (Jo 1.14)
c) Como servo, serviu a muitos sem distinção de gênero e/ou posse
d) Se o nosso Senhor tornou-se servo e nós? O que devemos fazer?


III. O MINISTÉRIO DA CRUZ
1. Exige sacrifício
a) Dou seu tempo para aliviar os aflitos e oprimidos (Mt 8.20)
b) Deu sua vida em resgate da humanidade (Rm 6.23)
c) Nos substituiu na cruz do calvário que é o fundamento da nossa esperança (Gl 3.13)
d) Incumbiu a sua Igreja de dar prosseguimento a sua missão (Mt 28.19,20)

2. Requer renúncia
a) É para servir (2Co 4.5)
b) É para não termos a vida por preciosa (At 20.24)
c) É para leva a cruz, onde nosso sacrifício deve beneficiar o próximo (Lc 9.23)
d) Não coaduna com a “síndrome da celebridade” dos dias atuais (Mt 20.26)

3. Trás liberdade
a) A libertação do homem das amarras do pecado se dá pela ação evangelizadora da Igreja (Jo 8.36)
b) A força externa que escraviza o pecador só vai embora quando o Evangelho chega (Mt 20.25)
c) O controle que Satanás tem sobre a humanidade recua com a presença ativa da Igreja (Mt 16.18)
d) A mensagem de liberdade deve chegar até os confins da terra (At 1.8)

4. É feito com amor
a) Servir a cristo é se deixar gastar pelo Evangelho (2Co 12.15)
b) Estar ao lado dele vale mais que os privilégios deste mundo (Mt 16.26)
c) O verdadeiro salvo sente em suas entranhas a formação de uma nova vida (Gl 4.19)
d) Quem ama a Deus prega a sua Palavra e é um ganhador de vidas (Pv 11.30)

CONCLUSÃO
Jesus pagou o preço de nossa liberdade e o preço foi sua própria vida. O que você tem feito para agradecer tão nobre ato da graça e misericórdia divina? Não sejamos infiéis.


terça-feira, setembro 30, 2014

PAI DE ÓRFÃOS E JUIZ DE VIÚVAS

Um Deus presente


Salmo 68.5

5 Pai de órfãos e juiz de viúvas é Deus, no seu lugar santo.


INTRODUÇÃO
O texto apresenta Deus como Líder e Senhor de todas as coisas, onde os inimigos são dissipados diante de Sua Glória. Trata-se de um hino utilizado na liturgia do templo.


I. A SOBERANIA DE DEUS
1. Quando Deus se levanta (v.1)
a) Os inimigos são dissipados e abrem caminho
b) Os que o odeiam fugirão e o triunfo é certo
2. O Agir de Deus (v.2)
a) Impele os adversários como um vento que se dissipa a fumaça
b) Consome os inimigos como um fogo derrete a cera

II. INCENTIVO A ADORAÇÃO
1. A alegria do justo (v.3)
a) Estar na presença de Deus é ter a certeza da vitória
b) Diante dele saltamos de alegria em segurança diante de sua grandeza (Pv 28.12)
c) O justo segue em sua marcha triunfal neste mundo
2. A adoração do Justo (v.4)
a) Quem está diante Dele exalta o seu nome, pois sua alma está alegre
b) Cantar louvores a Deus é uma qualidade de quem é nascido de novo
c) Deus é a razão de nosso cântico, pois ele intervém em nossa história

III. O CUIDADO DE DEUS
1. Deus em seu trono (v.5)
a) Contempla os viventes e nada lhe passa desapercebido
b) Ao mesmo tempo Ele é imanente e transcendente
c) Deus sempre se mostrou zelo para com os menos favorecidos
2. Pai de órfãos (v.5)
a) O abandono e a falta de amigos são supridos pela presença de Deus
b) Ele age em favor das causas dos necessitados
3. Juiz das viúvas (v.5)
a) As mulheres dependiam do marido
b) Na viúves deveriam casar com o irmão do marido para lhe suscitar a descendência (Gn 38.8)
c) O serviço diaconal surgiu da necessidade de cuidar das viúvas (At. 6.1-6)
4. Conforto ao solitário (v.6)
a) Ele traz morada aos desolados e o faz habitar em segurança
b) O braço divino se estende e os acolhe, mesmo diante da indiferença do mundo
c) Assim, como o povo de Israel perambulou sem lar no deserto até chegar a terra prometida
5. Liberta os presos (v.6)
a) Liberta os presos como fez com o povo de Israel no Egito
b) Assim, como José saiu da prisão e se tornou governador do Egito
c) Ele quebra os grilhões daquilo que te impede de prosperar
Ele
6. Castiga os rebeldes (v.6)
a) A incredulidade leva a vagueações inúteis nesta vida
b) O cristão não foi chamado para ficar no deserto, mas chegar a terra prometida

CONCLUSÃO

Cuidar dos aflitos e dos necessitados é um dever da Igreja, pois Ele tem cuidado de nós. A vitória do Cristão já foi garantida na Cruz , então viva em paz e em alegria diante de Deus.

terça-feira, julho 01, 2014

REVITALIZANDO A FAMÍLIA CRISTÃ

A mordomia do ministério pastoral

Salmos 128.3

3 A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa; os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa.


INTRODUÇÃO
A presente palestra apresenta-se como um subtema do tema anual da CONEMAD-PI 2013: Revitalizando a Igreja (Isaías 40.29), ministrada no V Simpósio de Liderança ocorrido em novembro.
Compreender a mordomia do ministério pastoral garantirá ao obreiro equilíbrio frente às dificuldades enfrentadas no campo missionário, isto é, aos fatores psicológicos, físicos, familiares, financeiros, conjugais, dentre outros, que conduzem a desistência, além daquele sentimento de ter sido usado, consumido e descartado.


I. O OBREIRO E SUA CHAMADA
1. A Responsabilidade do Reino
a) Existe uma vontade divina a ser cumprida (1Tm 2.4)
- é vontade de Deus que ninguém se perca, mas que conheça a verdade;
b) A obra da Redenção precisa ser conhecida dos homens (Mt 28.19-20)
- o exemplo de Jesus deve ser seguido, cumprir a vontade do Pai (Jo 4.34)
c) A chamada divina envolve dois aspectos na vida do homem:
- a chamada geral/coletiva (Mc 16.15);
- a chamada específica/individual (At 9.3-18).
d) O convite ao Reino é facultativo (Lc 9.23)
- uma vez aceito requer renúncia e responsabilidade

2. Entendendo a vocação
a) A vocação é o chamado divino para determinada tarefa (Mt 25.14-30)
- aptidão é a capacidade e habilidade inerente a natureza da pessoa para efetuar certo serviço;
b) Aceitar a Cristo é também, partilhar de Sua vocação (Lc 4.18-19)
- ser testemunha das Boas Novas nesta terra (At 1.8)
c) O obreiro é comissionado por Deus para determinada tarefa: profeta, mestre,  (Ef 4.11)
- a excelência do ministério não está no título, mas no agir do Espírito Santo
d) Deus vocaciona pessoas ocupadas, que gostam de trabalhar (1Sm 16.5; Jz 6.11-12; 1Rs 19.19; Mt 9.9)
e) Todo ser humano tem uma vocação, uma missão a ser realizada e um ministério a ser exercido
- mordomia é a administração de uma responsabilidade (Tt 1.7);

3. Superando os Conflitos Interiores
a) A vida privada e pública do ministro deve estar em harmonia (1Tm 4.16)
- sua vida tem que estar em consonância com o que prega;
b) Saber que será extremamente cobrado pela sua posição (Lc 12.48)
- crises, stress e adversidades farão parte de seu dia-a-dia (2Co 7.5)
c) Ter cuidado com o esgotamento físico e a fadiga ministerial
- estrutura eclesiástica falha e assimilar a pressão externa da Igreja, gera apatia com o ministério, desistência
d) A síndrome de Burnout (anos 70), expressão inglesa "to burn out" (queimar por completo)
- é um distúrbio psíquico de caráter depressivo, caracterizado pelo esgotamento físico e mental, relacionado com o estresse causado pelo trabalho ocupacional
e) A evolução social trouxe também à pluralidade de assuntos afetos a igreja
- você não é um super homem (At 14.22), nada de exageros, perfeccionismo extremista


II. O OBREIRO E A SUA IGREJA
1. As Demandas da Igreja
a) Saber que a Igreja é propriedade exclusiva de Deus
- dela Ele cuida, pois suas demandas não têm fim
b) A igreja é um grande hospital
- cheia de pessoas que desejam ser visitadas, encorajadas, consoladas, custeadas, carregadas, bajuladas,...
c) Saber separar a demanda pessoal e espiritual do membro
- não assimilar aquilo que o membro pode fazer
d) Existe a tendência desumana de avaliar o pastor pelo bem-estar comunitário
- vincular sua aceitação com uma insaciável demanda por serviços
e) O parâmetro é amar ao próximo como a nós mesmos (Mc 12.31)
- este é o padrão, nem mais e nem menos
f) A pluralidade de demanda é retrato de uma igreja formada por membros egoístas e individualistas
- a demanda da igreja deve estar centrada no seu chamamento divino

2. O Ministério Pastoral
a) O ministério pastoral no século XXI tem se tornado difícil
- a estada no ministério tem que ser prazerosa e não ser uma sessão de tortura
b) Quem almeja o episcopado, excelente obra deseja (1Tm 3.1)
- este desejo tem se esvaído do nosso meio, por quê?
c) O obreiro tem que estar convicto de sua chamada (2Co 3.5)
- a convicção evita a desilusão e fortalece a ação pastoral
d) Chamados para servir (1Pe 5.2) e despenseiros da casa de Deus(1Co 4.2)
- a finalidade é servir e não ser servido (Mc 10.43)
e) Deve ter em evidência as qualificações do obreiro aprovado (1 Tm 3.2-7)
- irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar, não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento; que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição; Não neófito e que tenha bom testemunho dos que estão de fora;

3. Evitando a Sobrecarga
a) Jetro nos dá o exemplo clássico de delegação para evitar a sobrecarga (Êx 18.20-21)
- a igreja é um organismo (corpo) com vários membros (1Co 12.12)
b) O verdadeiro líder obtém resultados por meio de outras pessoas
- treinar não é fácil, mas Barnabé investiu em Saulo (At 9.26,27)
c) Saber o que delegar, como delegar e para quem delegar
- troca mútua oportunidade (líder) versus aprendizado (discípulo)
d) Promova uma liderança participativa influenciando seus liderados
- como aparecerá alguém se não houver oportunidade
e) Invista na capacitação de novos obreiros
- não tenha medo de investir em novos talentos


III. O OBREIRO E A SUA FAMÍLIA
1. A Responsabilidade com o Lar
a) Saber que a obra sempre terá um substituto, porém o lar é nossa responsabilidade
- suprir as necessidades materiais, emocionais e espirituais (1Tm 5.8)
b) Proteger a sua família da carga imputada pela igreja
- mostrar que seu lar é formado por pessoas normais
c) Prover momentos a sós com o cônjuge e filhos
- Jesus dá exemplo desse retiro (Mt 14.13)
d) É responsabilidade de o obreiro servir a Deus com toda a sua família (Js 24.15)
- exerça o sacerdócio de seu lar, lute pelos seus familiares
e) Evitar trazer ao lar as frustrações e o desgaste ministerial
- que imagem você tem passado do ministério a sua família?

2. A Responsabilidade com a Esposa
a) Entender que o ministério de sua esposa não é cópia do seu
b) Saber que a mulher é sua auxiliadora no exercício do sacerdócio familiar
c) A fidelidade para com os deveres conjugais (1Co 7.3)
d) Manter acesa a chama do amor, companheirismo, confidência, discrição,
e) Invista em sua esposa, não seja egoísta

3. A Responsabilidade com os Filhos
a) Deus os confiou aos nossos cuidados e um dia teremos que prestar contas
b) Não deixe que o ministério roube você de seus filhos (Ef 6.4)
c) Seus filhos devem sentir prazer em servir a Deus pelo exemplo de sua vida
d) Que tipo de herança você está deixando no mundo? (Sl 127.3)
e) Proteja seus filhos das influências malignas (1Co 15.33)
f) Envolva seus filhos na missão espiritual, despertando neles o desejo de servir a Deus

4. O Cuidado Pessoal
a) Uma boa consciência para consigo mesmo (Rm 14:22)
b) Manter uma boa alimentação, bem como uma atividade física
- uma vida saudável prolongará seus dias
c) O descanso é fundamental para renovar as forças
- uma mente descansada é mais eficiente
d) Investir em um hobby que lhe dá prazer
- a distração é uma forma de oxigenar a mente para tomada certa de decisões
e) Um obreiro bem disposto contagia seus liderados
- assim como a família a igreja deve ser o reflexo de seu pastor


CONCLUSÃO
O desânimo e a desilusão no ministério podem ser vencidos quando o obreiro tomar a decisão de resolver esses conflitos. Peça auxílio ao Espírito Santo para orientá-lo como vencer as crises, porém não se esqueça que a família é aquela que vai te acolher no final de seus dias. Valorize seu lar.


sábado, março 01, 2014

CURSO DE APERFEIÇOAMENTO DE OBREIROS



Com o intuito de preparar cristãos vocacionados para melhor servir a obra de Deus foi que elaborei o Curso de Aperfeiçoamento de Obreiros. A consagração ao ministério sem o devido preparo traz prejuízo a obra do Senhor. Contemplamos no decorrer destes anos que pessoas erram não só por falta de conhecimento, mas de comprometimento com a chamada de Deus. Esta situação se agrava quando a liderança se mantém inerte ante a preparação de seus obreiros.
Almejando sanar esta carência preparei um currículo abrangendo uma gama de disciplinas de mais alto contexto teológico, bíblico, filosófico e didático, com a finalidade de proporcionar ao aluno uma maior edificação espiritual para desempenhar seu ministério eclesiástico. Dentre elas citamos:



DISCIPLINAS
História do Pentecostalismo no Brasil

Mostrar a origem da igreja e os diversos seguimentos religiosos até a atualidade.
Chamada Ministerial

Demonstrar que a excelência Ministerial não esta apenas no título, mas no compromisso com Deus.
Administração Eclesiástica

Descrever os vários tipos de administração eclesiástica.
Auxiliar e Diácono / Presbítero / Ministério Feminino
Promover o entendimento sobre os princípios bíblicos de cada um destes ofícios e sua aplicabilidade no contexto atual de cada igreja.
Código de Ética Ministerial

Conscientizar sobre a importância da ética ministerial
Noções de Bibliologia
Entender o surgimento e a composição da Bíblia
Noções de Hermenêutica

Estimular o interesse pelo estudo da Bíblia
Noções de Homilética
Aprender a Transmitir as verdades bíblicas


O curso visa atender principalmente os auxiliares, os diáconos, os presbíteros e os membros que pleiteiam o ofício ministerial da igreja. A duração é de 10 encontros (aulas), a serem ministras no período de 01 (um) a 03 (três) meses, dependendo da disponibilidade de dias na igreja.
O curso é ministrado desde 2003 formando alunos tanto no Brasil como no Exterior. Já estamos trabalhando na 3ª Edição.
Maiores informações: jmmteixeira@hotmail.com
Divulgue e Participe!

sábado, fevereiro 01, 2014

LANÇAMENTO DO LIVRO ADMINISTRAÇÃO ECLESIÁSTICA


A presente obra é uma sinopse do conteúdo ministrado pelo escritor nos cursos de capacitação de obreiros e de lideranças cristãs, que de forma objetiva e sem perder a abrangência e a qualidade, reflete sua experiência em coordenação de cursos teológicos de instituições como Faculdade Teológica das Assembleias de Deus - FATAD, Escola de Educação Teológica das Assembleias de Deus - EETAD, dentre outras, do nível básico ao bacharel, desde 1993.
Com alegria colocamos em suas mãos um manancial de assuntos esquematizados, que visam trazer ferramentas para que você possa desempenhar com zelo a vocação dada por Deus. A exposição torna visível o dinamismo obtido como docente nas instituições acima, além da Faculdade Evangélica de Brasília - FE (Unidade W5 Sul) e em outros Seminários Maiores.
Desde 2005, o autor elaborou a apostila do Curso de Aperfeiçoamento de Obreiros, que já na primeira edição obteve o privilégio de formar mais de 1.000 alunos não só no Brasil, como também, no exterior, os quais obtiveram certificação pela FATAD. Em sua segunda edição elaborada em 2009, novas comunidades cristãs do Brasil e de outros países estão sendo alcançadas.
Assim, no intuito de proporcionar o aperfeiçoamento da cristandade, com uma obra menos volumosa e a um custo mais acessível, promove-se a edição deste livro almejando que o obreiro, seja ele principiante ou veterano, cumpra com excelência seu ministério.

Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.”
(2 Timóteo 2.15)

sábado, novembro 30, 2013

BOM ÂNIMO


Em meio às aflições

João 16.33

33 Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.


INTRODUÇÃO
O sentimento de alegria que ao acordar pela manhã infla o peito e faz o cristão expressar sua gratidão a Deus, independente de sua situação, não é algo comum da maioria.

I. DE BEM COM A VIDA
1. Bom ânimo
Bom ânimo é superar as dificuldades de cabeça erguida, sabendo que em Cristo somos mais que vencedores (Romanos 8.37).

2. Deus está no controle
Devemos ter a certeza de que Deus está no controle de todas as coisas, pois as aflições sempre estarão ao derredor da vida de um cristão (Salmos 34.19). 
Tudo nessa vida fenece e vira pó (Eclesiastes 12.7).

II. VENCENDO AS AFLIÇÕES
1. O maior inimigo
Apesar de toda evolução o maior inimigo do homem ainda se chama “morte”, porém Cristo a derrotou na Cruz e concede àqueles que nEle creem a vida Eterna (2 Timóteo 1.10).
Por isso, que o apóstolo Paulo chega a dizer que até a morte é ganho para um salvo em Cristo Jesus (Filipenses 1.21).

2. Atitude que faz vencer
A determinação diante de uma circunstância adversa fará toda a diferença, pois o projeto de Deus para o cristão não é de derrota.

CONCLUSÃO
Assim, não desanime e não recue, mas enfrente os problemas com um sorriso no rosto e com a alma alegre convicto de que seu amanhã está garantido em Deus.

sexta-feira, outubro 11, 2013

MENSAGEM AOS PASTORES

A necessidade de zelar pelo rebanho

Ezequiel 34.16

11 A perdida buscarei, e a desgarrada tornarei a trazer, e a quebrada ligarei, e a enferma fortalecerei; mas a gorda e a forte destruirei; apascentá-las-ei com juízo.


INTRODUÇÃO
A Palavra do Senhor veio ao profeta Ezequiel ordenando-o anunciar aos líderes de Israel, quanto a sua responsabilidade no manejo de seu povo. Aproveitamos a data comemorativa para refletir sobre o ofício do verdadeiro pastor.

I. MENSAGEM AOS PASTORES QUANTO AO REBANHO
1. Causas que motivaram a mensagem (Ez 34.1-4)
a) A ordem veio do próprio Senhor (v.1)
- Ele é o Bom Pastor que deu sua vida pelas ovelhas (Jo 10.11) e delas cuida (Sl 23);
b) Os destinatários da mensagem eram os líderes de Israel (v.2)
- aqueles que tinham a incumbência de cuidar do povo de Deus;
- trata-se de uma tarefa significativa, para ser usada como meio de adquirir dinheiro, fama e posição

2. O rebanho estava sendo abusado (vv.2b-3)
a) “apascentam de si mesmo”
- rejeitam a responsabilidade de servir (aconselhar, evangelizar, visitar,...)
b) “comeis a gordura;”
- no sistema sacrificial o sangue e a gordura pertenciam a Iahweh (Lv 3.17)
- líderes em banquete versus ovelha passando fome
c) “e vos vestis da lã;”
- o rebanho é apenas um meio para seu interesse mesquinho (ganância exploratória)
- o que importa é a prebenda no final do mês
d) “matais o cevado;”
- loucura que conduz a perversidade;
e) “mas não apascentais as ovelhas”
- as primícias da igreja não é para ser usada em benefício próprio
f) O rebanho estava abandonado à própria sorte (v.4)
- as debilidades das ovelhas não sensibilizavam os pastores

3. No rebanho nem todas as ovelhas são iguais (v.4)
a) “as fracas não fortalecestes”
- debilitadas, desmotivadas, por algum infortúnio, não acompanham o ritmo das sadias
- o remédio é alimentar, consolar, amparar, encorajar, orar, carregar (1Ts 5.14)
b) “a doente não curastes” (Is 40.28,29)
- cura da alma e do corpo físico, contaminadas pelas vãs doutrinas,
- o remédio é a Palavra, intercessão, atenção (Jo 8.32)
c) “a quebrada não ligastes”(Jr 31.3)
- decepção fraternal, parou no caminho e foi deixada para trás
- o remédio é extrair a raiz de amargura e promover o perdão,
d) “a desgarrada não tornastes a trazer” (Lc 15.3-6; Jo 10.18)
- conhecia o caminho, mas desviou, algo tornou-se mais interessante (desviado)
- o remédio é intercessão, acompanhamento, instrução
e) “a perdida não buscastes” (Lc 19.10; MT 9.36)
- aquela que não consegue encontrar o caminho (descrente)
f) “as ovelhas gordas e bodes”
- pessoas que estão na igreja, mas na integram o rebanho, nada lhe satisfaz, defeito em tudo, pisam na comida (a palavra não presta), enlameiam ás águas (frustram sonhos), machucam com palavras e atitudes, destroem relacionamentos,...
g) “mas dominais sobre elas com rigor e dureza”
- oprimiam as magras (jugo pesado), exploravam as fracas e abusavam das doentes

4. Conseqüências que motivaram a mensagem (Ez 34.5-6)
a) O rebanho estava corrompido e disperso (v.5)
- por falta de responsabilidade dos líderes
b) O rebanho se tornou presa fácil para todas as feras do campo (v.5)
- o que trás segurança é a unidade, a comunhão
c) O rebanho andava errante pelos montes e outeiros (v.6)
- desprotegidos
d) Ninguém se importava com elas (v.6)
- onde estão? Alguém foi buscá-las?
e) “Não devem os pastores apascentar as ovelhas?” (v.2)


II. MENSAGEM AOS PASTORES QUANTO AO OFÍCIO
1. Qual o ofício primordial de um pastor?
a) Vocábulo no hebraico é “raah” e no grego “poimen”, significa “cuidar dos rebanhos”, “dar pasto”, cuidar de ovelhas
- era uma atividade comum no meio do povo de Israel; p.ex., Davi
b) O cuidado do rebanho envolve segurança, zelo e alimentação
- conduzir o rebanho a pastos verdejantes e águas tranqüilas (Sl 23)
c) O pastoreio deve ser exercido nos moldes que Jesus ensinou
- com dedicação, amor, zelo e sem acepção;
d) Quando Jesus deixa de ser o exemplo, a prática pastoral perde o sentido
- o pólo é invertido ao invés de servir querem ser servidos

2. O rebanho é de Cristo (v.6)
a) Jesus se identifica como o principal Pastor
- os demais são por delegação (subpastores)
b) O pastor que ama a Cristo apascenta as suas ovelhas (Jo 21.15-17)
- Jesus revela a Pedro que o fundamento do pastoreio é o amor
c) Pastoreamos não por amar as ovelhas e sim por amar a Cristo (1Pe 5.2-3)
d) A hierarquia de Cristo não é de poder, mas de submissão
- quanto mais servo do rebanho, mas autoridade se terá sobre ele (Mt 20.25-26)

3. O Sumo Pastor está atento
a) Em primeiro lugar Ele suprirá às necessidades de seu rebanho (vv.11-16)
- recolherá o rebanho disperso e machucado em seu aprisco
- resolverá os problemas e as angústias
- alimentará com bons pastos e dará segurança para o repouso
b) Em segundo lugar Ele julgará com severidade os falsos pastores (vv.9-10)
- a gorda e a forte destruirei;
- apascentá-las-ei com juízo.
- perderão seus ofícios e missão nobre
- sofrerão os mesmos abusos de sua vítima

CONCLUSÃO
Contudo, existe uma promessa para o rebanho:
“Dar-vos-ei pastores segundo o meu coração, que vos apascentem com conhecimento e com inteligência” (Jr 3.15).

Jesus deseja mudar a realidade da sua vida e de seu ministério. Deixe Ele ser Senhor e você servo.